Ah! Este é meu grito interno exteriorizado em um papel, ou num protótipo deste, já que raros são os que em papel escrevem. Ah! Essa sociedade que evolui em décimos de segundos e espera que o corpo acompanhe o ritmo. Ah! Não consigo tirar minhas vontades terrenas de meu foco de pensamento, corpo, alma, teoriza-se, vive. Tão logo supro minhas necessidades fisiológicas, me fazem saltar ao topo da cadeia e querem que atenda àquelas de alto escalão, que mudariam o mundo. O mundo? Joguei-me neste poço, mas não faço parte desta balbúrdia, esquivar-me-ei até o último suspiro de meus pulmões acinzentados.
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