Depois da caida, depressão, you name it, meu mundo particular volta ao seu movimento de rotação, translação, retroação, aliteração, iluminação, são, de preferência, mas não totalmente. Como em uma canção metal avant guard, fui ressaltando aos poucos meus pontos de vista e, bem vagarosamente, fui encontrando o ritmo, já sem um metrônomo. Aprendi a tocar até o piano para lhe apresentar a Mozart, Wagner, não que fosse de seu agrado, mas que lhe é mister conhecer e internalizar seu dó-ré-mi-fá, mesmo tendo oitavadas mais complexas que essas simples notas básicas. Tão básicas, já nos esquecemos do básico. Tudo é tão repleto de complexidade, ensina-se o avançado para depois partirmos ao elementar. E como é efêmero, esse tal de conhecimento. Ou não? Simplesmente se sabe, e nem lembramos mais o porquê, existe porque sim e ponto. Há tanta coisa que desconheço, muito não sei, desconfio, parafraseio e não copio. E me levanto soberano e superior, sem dar-lhes motivos, sem dar-lhes explicações, e no fundo, sem sentido algum, deveras , realmente nenhum.
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